IFIX bate recorde histórico e fecha acima de 3.625 pts
IFIX recorde histórico marcou o pregão desta sexta-feira (21/11/2026): o índice de fundos imobiliários da B3 encerrou aos 3.625,45 pontos, avanço de 0,16% e seu primeiro fechamento além da barreira dos 3.625.
Volume forte sustenta a nova máxima
Mesmo em dia de menor liquidez geral na Bolsa, as negociações com fundos imobiliários foram intensas. O GGRC11, voltado a galpões logísticos, trocou quase 4 milhões de cotas – cinco vezes a média de outubro – e ajudou a puxar o índice, ao subir 0,10%, para R$ 9,91.
Entre os fundos mais líquidos, MXRF11 avançou 0,21% (R$ 9,57), CPTS11 ganhou 0,27% (R$ 7,44) e TRXF11, impulsionado por novas aquisições, valorizou 0,35% (R$ 100,35).
Tijolo lidera as altas; KNIP11 fica na ponta negativa
Os chamados FIIs de tijolo, que investem diretamente em imóveis, concentraram as maiores altas do dia. RBVA11 saltou 1,44%, a R$ 9,84, e PVBI11 avançou 1,32%, alcançando R$ 79,34. No extremo oposto, KNIP11 recuou 1,44% e fechou em R$ 87,01.
Cinco recordes em novembro e quase 16,3% em 2026
O recorde de hoje é o segundo consecutivo e o quinto em novembro. No mês, o ganho acumulado chega a 0,89%; em 2026, a valorização soma 16,24%. No intraday, o índice marcou mínima de 3.618,84 pontos (-0,02%) e máxima de 3.628,27 pontos (+0,24%).
A performance positiva dos FIIs contrasta com o Ibovespa, que encerrou a semana em queda, pressionado pela retirada de tarifas de 40% que os Estados Unidos ainda aplicavam sobre produtos como café e carne.
Imagem: iStock
Composição do índice será revista em dezembro
O IFIX reúne hoje 112 fundos e sua carteira teórica é revisada a cada quatro meses pela B3. Permanecem apenas os fundos que atendem critérios de valor patrimonial, distribuição regular de dividendos e liquidez, requisitos que dão segurança ao investidor pessoa física que busca renda passiva.
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Crédito da imagem: Suno
Fonte: Suno