Ações Banco do Brasil: vender ou manter após corte do Citi
Ações do Banco do Brasil voltaram ao centro das atenções depois de o Citi reduzir a recomendação de compra para neutra e aparar o preço-alvo de R$ 29 para R$ 23, sinalizando potencial de alta de apenas 2,8% para BBAS3.
Citi acende sinal amarelo para BBAS3
Na visão do banco norte-americano, o resultado do terceiro trimestre mostrou que a melhora operacional do Banco do Brasil deve levar mais tempo do que o mercado esperava. O corte de R$ 6 no preço-alvo reflete a projeção de crescimento menor na carteira de crédito e margens pressionadas por despesas com provisões. A recomendação neutra sugere cautela ao investidor que busca valorização de curto prazo.
Embora o Citi tenha reduzido a aposta no papel, o dividend yield da estatal continua robusto, um ponto que pode interessar quem procura renda. Segundo levantamento do Valor Econômico, o banco figura entre as maiores pagadoras de proventos do setor financeiro nos últimos 12 meses.
Top 5 da semana traz Sanepar, Vale, Aura e CBA
A editoria “Comprar ou Vender?” também destacou outros quatro ativos que movimentaram as mesas de operação:
- Sanepar (SAPR11): a Genial Investimentos projeta dividendos extraordinários graças à alavancagem em apenas 0,5 x Dívida Líquida/Ebitda.
- Vale (VALE3): o Safra elevou o preço-alvo para US$ 13,20, indicando upside de 16% impulsionado pela alta do minério de ferro.
- Aura Minerals (AURA33): o Itaú BBA manteve compra e subiu o target para US$ 44, vendo potencial de 22,5% após alta de 41% desde a listagem nos EUA.
- CBA (CBAV3): o Safra mudou a recomendação para compra, projetando valorização de 36% com cenário favorável ao alumínio.
Esses movimentos mostram que o investidor precisa analisar caso a caso: enquanto BBAS3 perdeu tração, outros setores – como saneamento, mineração e metais – ganharam perspectiva de preço.
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Crédito da imagem: Moneytimes
Fonte: Moneytimes