CDBs do Banco Master: impacto em ONCO3 e onde investir agora
CDBs do Banco Master dominaram o noticiário após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial da instituição, acendendo o alerta em quem tinha aplicações no banco e derrubando as ações da Oncoclínicas (ONCO3), exposta em quase R$ 500 milhões a esses títulos de renda fixa.
Exposição bilionária da Oncoclínicas sacode a bolsa
A operadora de saúde revelou manter cerca de R$ 480 milhões em CDBs emitidos pelo Master e confirmou o vencimento antecipado de R$ 433 milhões. A informação, divulgada poucos dias após a prisão do CEO do banco na Operação Compliance Zero, derrubou os papéis da companhia em mais de 10%. O episódio ilustra como títulos privados, mesmo pagando acima de 100% do CDI, carregam risco de crédito que pode respingar nos investidores — e nas empresas listadas.
Alternativas de renda fixa e outros destaques da semana
Com o fim dos CDBs que pagavam até 120% do CDI, a busca agora é por emissores sólidos e remuneração competitiva. Bancos médios oferecem papéis em torno de 115% do CDI, enquanto debêntures incentivadas rendem IPCA + 6% ao ano, opções citadas em reportagem do Valor Econômico. Já no mercado de ações, a Vamos (VAMO3) entrou no radar: o Itaú BBA alertou que o papel, alvo de forte posição vendida, pode virar “terror” dos shorts caso qualquer notícia positiva dispare uma recompra em massa.
Também chamaram atenção as quedas de Rumo (RAIL3), Raízen (RAIZ4) e Cosan (CSAN3), controladas por Rubens Ometto, e o debate sobre a debandada de empresas da B3, que estudam fechar capital ou migrar para praças no exterior.
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Crédito da imagem: Seudinheiro
Fonte: Seudinheiro